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Superendividamento afeta impacto de alta renda sobre consumo, diz estudo

10 de abril de 2026
CNN Brasil

O crescimento da massa salarial brasileira, que atingiu recorde em 2025, não é refletido no consumo das famílias. Isso porque um fator empaca essa equação: o alto endividamento.

Um estudo do banco Daycoval mostra a relação entre famílias endividadas e o impacto da massa salarial - o valor total da renda gerada pelos trabalhadores - no consumo.

Segundo os resultados, quando o endividamento é baixo, cada 1 ponto de crescimento da massa salarial adiciona 0,29 ponto no consumo.

Por outro lado, em um quadro de alto endividamento, esse parcela reduz para 0,17 ponto - uma retração de quase 40%.

De acordo com o levantamento, essa "linha de corte" ocorre quando a relação entre a dívida e a renda das famílias ultrapassa 39,6%.

"Acima desse patamar de endividamento, o aumento da massa salarial passa a impactar menos o consumo das famílias", diz o documento.

O endividamento das famílias subiu de 17% da renda em 2005 para quase 50% em 2025, segundo o levantamento. Ao mesmo tempo, a massa salarial também avançou e alcançou níveis recordes no período recente.

A situação também passa pelo papel do crédito, que varia conforme o nível de endividamento. Quando as famílias estão menos endividadas, o crédito tem pouca influência, e o consumo responde principalmente ao aumento da renda, diz o estudo.

Por outro lado, quando as dívidas estão mais altas, o crédito ganha importância e passa a contribuir com cerca de 0,10 ponto percentual para o consumo. Isso indica que famílias mais endividadas recorrem ao crédito para manter seu padrão de gastos.

Para medir esse impacto, o estudo simulou como teria sido o comportamento do consumo durante a pandemia e no período seguinte (do terceiro trimestre de 2020 ao quarto trimestre de 2022).

Os resultados mostram que, apesar do alto endividamento, esse período foi positivo para o consumo, já que o crédito ajudou a sustentar a atividade econômica.

A partir de 2023, no entanto, esse efeito se inverte. Com a desaceleração das concessões de crédito, o consumo passou a crescer cerca de 3 pontos percentuais a menos por ano do que teria crescido se o endividamento não tivesse ultrapassado o nível crítico de 39,6%.

Em 2025, essa perda acumulada chega a 3,6 pontos percentuais. Na prática, isso significa que, embora a massa salarial continue crescendo de forma robusta, o consumo não acompanha no mesmo ritmo por causa do alto endividamento.

A comparação entre os dois períodos deixa claro que, no curto prazo, o crédito consegue compensar a menor resposta da renda e sustentar o consumo.

Já no médio prazo, essa dependência acaba alimentando ainda mais o endividamento e, quando o crédito perde força, o impacto negativo sobre o consumo se torna mais evidente.

“Em 2026, enquanto o endividamento permanecer acima desse nível, o aumento da massa salarial continuará tendo efeito reduzido sobre o consumo, e a redução das dívidas das famílias ganha importância para a dinâmica do consumo”, conclui o Daycoval.

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